
Um dos idealizadores do cinema moderno espanhol, Pedro Almodóvar aposta num tema controvertido no seu sexto filme, A Lei do Desejo. Uma trama que explora o universo masculino no limiar entre a sexualidade e a morte; no limite entre o amor e a obsessão. Em meio a um cenário undergorund e barroco, a tragédia de paixão e ódio contada por Almodóvar começa quando um diretor de cinema homossexual, apaixonado por um rapaz que não o ama, conhece um jovem, que fará de tudo para ter o seu amor, até mesmo matar quem ouse desafiá-lo.
Nessa trágica história de amor as referências ao comportamento masculino são freqüentes e os personagens, principalmente o irmão travesti do diretor, vivido pela fantástica Carmen Maura, forçam o espectador a rever o seus conceitos sobre paixão e sexualidade, levantando questões polêmicos como: você mataria por amor? Ou ainda, você amaria alguém que se julga capaz de matar?
Embora não seja uma obra genial, A Lei do Desejo ganha por sua originalidade e por sua falta de presunção, o que o torna mais que interessante. Sem qualquer comparação, é um filme intenso, instigante e poético como os versos de Augusto dos Anjos.
Nessa trágica história de amor as referências ao comportamento masculino são freqüentes e os personagens, principalmente o irmão travesti do diretor, vivido pela fantástica Carmen Maura, forçam o espectador a rever o seus conceitos sobre paixão e sexualidade, levantando questões polêmicos como: você mataria por amor? Ou ainda, você amaria alguém que se julga capaz de matar?
Embora não seja uma obra genial, A Lei do Desejo ganha por sua originalidade e por sua falta de presunção, o que o torna mais que interessante. Sem qualquer comparação, é um filme intenso, instigante e poético como os versos de Augusto dos Anjos.
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