sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O sedutor


So aluguei este filme porque Bom Jovi o protagonizava. Hahaha.
Mesmo assim não esperava muita coisa quando o vi na locadora.
Sabe, capa amarelada com cores mortas, e depois o titulo ‘The Leading Man’, de fato não poderia ter escolhido um ator melhor para interpretar o papel principal. Hahaha.
Digamos, em termos simples que ‘fui atraído pela beleza no rosto que trazia a capa’.
Mas me decepcionei ao assistir um filme que nem se quer pode ser chamado de clichê, de tão péssimo roteiro. Hauhaua. Mas sabe aquele tipo de filme que você não consegue parar de assistir por esperar cenas calientes ? hauhauahua. Por este motivo primordial eu superei e assisti-o ate o final.
O roteiro segue-se contando a historia de sedução que aparece em todos os aspectos da filmagem.
Um homem que e’ casado com uma mulher que me encantou, por ter um gosto refinado para musicas e filmes (o que me chamou a atenção e me fez luzir uma carinha de *.*) hahaha.
Mas o rapaz que trabalha em um teatro, tem uma amante na qual faz o possível e o impossível para não perde-la. Ele então, percebe que precisa romper relações com sua esposa para que ele possa seguir uma nova vida ao lado de sua amante. Percebendo a chegada de Felix (bom jovi) na cidade, que ate então era seu amigo no qual era dono de uma beleza e de um status que se deixava a desejar... ele o propõe seduzir sua esposa para abrir caminho para seus novos planos com a amante.Felix recusa. Mas, pressionado pela amante, está tentado a aceitar. Mau sabe ele quanto terá que pagar por este pequeno favor...

Antes de partir


Dirigido por Rob Reiner (Questão de Honra) e com Jack Nicholson, Morgan Freeman.
Este conta a historia de dois homens com câncer em fase terminal que acabam de ter o privilegio de serem parceiros de quarto no hospital.
Edward Cole (Jack Nicholson), um rico empresário que é dono do próprio hospital. E Carter Chambers (Morgan Freeman) é um homem casado, que há 46 anos trabalha como mecânico. Embora suas vidas sejam completamente diferentes uma da outra, acaba surgindo uma grande amizade entre os dois.
Edward, então, fazia uma lista com coisas que gostaria de fazer antes de morrer.
Enquanto Cater vivia reclamando mas nunca se lamentando pelo pouco tempo que lhe resta.
Quando Cater vê discretamente a lista feita por Edwar (que no etando teria jogado-a fora pois ele fazia aquilo como um passatempo no qual não esperava um dia acontecer) percebe que ainda não era tarde pra realizar todos os seus sonhos, por mais distantes e instintos que eles sejam.
Ao tomar conhecimento dela Edward propõe que eles a realizem, o que faz com que ambos viagem pelo mundo para aproveitar seus últimos meses de vida.
Então, os dois partem em uma jornada completamente emocionante, onde pulam de pára-quedas, fazem tatuagem, assistem o amanhecer nas pirâmides do Egito...
O filme torna-se emocionante. Mas uma coisa e’ certa... muito se espera de dois atores excelentes em um mesmo filme, este, apesar de emocionante e de tocar o interior de todos aqueles que de deixam levar pelo sentimentalismo alheio dos filmes apresenta um roteiro fraco, que poderia ter sido melhor se mais trabalhado...
Um dos filmes que eu aluguei por falta de opção e por insistência da atendente! (odeio isso)

Donnie Darko


Um filme onde a filosofia e o subconsciente de fundem e transforma-se no desejo insaciado e desesperador ao mesmo tempo cabuloso de do jovem excêntrico Frank.
Donnie pode prever o futuro, inconscientemente. É por isso que ele obedece Frank: mesmo não sabendo o que exatamente, ele sabe que o que Frank lhe manda fazer terá uma implicação positiva na sua vida. Vamos relembrar os fatos: quando ele inunda a escola, tal acontecimento culmina com a amizade dele com Gretchen, sua futura namorada; quando ele ateia fogo na casa do Cunningham, descobre-se, graças ao incêndio, que o mesmo é um pedófilo, e por aí vai.
Sem mais delongas este filme deixa em cada um um tipo de maturidade de ver o mundo. E acabam por perceber que o ato de destruir pode ser também significativo em se tratando de construir. Digo que este foi um dos filmes mais cabulosos que já assisti e mais interessantes. Afinal.. quem nunca foi amaldiçoado por Donnie Darko no fotolog, que atire a primeira pedra! Hahahaha!

Eu digo e todos repitam comigo: -Só da Natalie Portman nas telinhas da contemporaneidade!
Closer e’ o tipo de filme duro, com diálogos fortes e que por estes motivos não iram agradar a todos os públicos.
Estrelando um elenco brilhante com Julia Roberts, Jude Law, Natalie Portman e Clive Owen.
"O filme foge dos padrões a que estamos acostumados quando se trata de filmes que falam de amor e, por isso mesmo, divide opiniões."

Entrelaçamento de vidas... onde um se opõe ao outro e acaba ficando em seu lugar.
Embaraçador? Um pouco!
Pornográfico? Um tanto!
Mas vale-se assistir para formar sua própria opinião.
Os atores apenas existem em função de uma "mise-em-scène" extremada, em que cada um cumpre as marcações que lhe cabem.

Pleasantville


Clássico, por definição, é aquele que nunca envelhece. Visto por esse ângulo, "Pleasantville - A vida em preto e branco", filme de estréia do roteirista Gary Ross na direção, produzido em 1998, já nasceu clássico. É sabido que roteiros sobre personagens que saem da tela - uma espécie de metalinguagem cinematográfica - sempre rendem ótimos filmes, basta lembrar "A rosa púrpura do Cairo", de Woody Allen, e "O último grande herói", de John McTiern. Esse aqui é mais original, pois o que acontece é justamente o contrário, os personagens é que "entram" na tela da Tv. Devo dizer que comecei a assisti-lo por pura falta do que fazer, mas, à medida que a fita se desenrolava, fui surpreendido pela sua profundidade aparentemente displicente, por uma espécie de diversão que nos faz pensar que poucas vezes vi num produto tipicamente hollywoodiano.Como todo clássico que se preze, "Pleasantville" conta uma história simples, eu diria até bem simplória: dois irmãos, interpretados pelos bons Tobey Maguire (mais conhecido como "O Homem-Aranha") e Reese Witherspoon ("Legalmente loira" - I e II) brigam pela posse do controle remoto da televisão e acabam indo parar dentro da série do mesmo nome, que retrata a vida pacata de uma cidade americana da década de 50. David (Maguire) passa a viver a vida do personagem Bud, enquanto sua irmã Jennifer (Witherspoon) passa a se chamar Mary Sue. Ele, como fã e profundo conhecedor do seriado, sente-se totalmente à vontade, pois sabe exatamente como agir para ser Bud, mas ela, que não dava a mínima para Pleasantville, passa a querer agir por conta própria, e acaba chamando a atenção do bonitão da cidade. A revolução e as intrigas começam quando Mary Sue, inconformada em não poder partir para os "finalmentes" com seu novo namorado (afinal, sexo antes do casamento é algo impensável na cidadezinha perfeita), mostra ao atleta com quantos paus se faz uma canoa. A partir disso, nada mais será como antes, e aos poucos, o vírus do questionamento e da rebeldia passa a tomar conta da tela, primeiro sutilmente, na forma de uma rosa vermelha, depois em cores que vão preenchendo aos poucos as paisagens e personagens antes monocromáticos, para finalmente explodir numa profusão colorida que deixa os mais "conservadores" furiosos com a novidade. Vemos então que, apesar da aparente leveza do tema, o diretor e roteirista Gary Ross (que antes já havia nos brindado com os ótimos roteiros de "Quero ser grande" e "Dave - Presidente por um dia") nos leva a questionar toda uma gama de informações que trazemos impregnadas em nossas almas. Os personagens do seriado, antes seres alienados e que viviam sob a aparência de uma falsa perfeição, começam a querer mais do que aquilo que lhes foi oferecido, e descobrem a existência do amor, do ciúme, do ódio, do sexo, da chuva, enfim, dessas pequenas coisas que fazem da vida essa maravilhosa e surpreendente experiência.Aos poucos, Pleasantville vai sendo colorida, e apesar da existência daqueles que lutam contra o novo, as coisas nunca mais voltariam ao normal na pequena cidade.Além da boa atuação do casal de irmãos Maguire/Witherspoon, podemos destacar também as atuações dos veteranos Joan Allen e Jeff Daniels, perfeitos como um casal de amantes que protagoniza um escândalo à moda antiga.Não importa sua idade, classe social ou nível de escolaridade, assista a "Pleasantville - A vida em preto e branco" e você vai ser tocado por esse filme simples, belo e que faz pensar na vidinha em preto e branco que temos levado. E tenho certeza que, daqui a cinqüenta anos, ainda será um clássico, porque um dos atributos dos clássicos é que eles são como o vinho: ficam melhores com o passar dos anos.

A outra


A QUEDA DE UM REINADO

Como duas irmãs, completamente diferentes, levaram um rei a loucura e insanidade e fizeram ele experimentar sentimentos do amor ao ódio.Por : Junior de Barros
CRÍTICA: A cobiça pela luxuria, glamour e poder leva um pai de família a destruir todos os seus conceitos e seus filhos. As intrigas da realeza como pano de fundo no filme A Outra, traz uma parte da história da Inglaterra que muitos poucos conhecem.Natalie Portman traz a tona vida da rainha Ana Bolena, mulher de Henrique VIII, que destruiu o seu reino, rompeu com a igreja católica e foi o primeiro rei da historia a ter um divorcio decretado. Tudo para se banhar nos luxos que a família Bolena, docemente o ofereceu controlando assim suas vontades e poder.O filme é baseado no romance de Philipa Gregory, de nome “A Irmã de Ana Bolena”, a autora passou dois anos no interior da Inglaterra estudando e pesquisando sobre os incidentes que ocorreram durante o reinado de Henrique VIII e reparou que havia muitas notas de rodapé com o nome de Maria Bolena a suposta amante do rei antes de sua irmã Ana conquistá-lo e casar com ele.Maria Bolena (Scarlett Johansson) é a irmã mais nova de Ana Bolena, prometida desde os cinco anos para se casar com o filho de um mercado, dias após o seu casamento, fica sabendo pelo tio, que trabalha na alta corte do rei, que rainha havia perdido mais um filho homem, sendo assim o rei não teria nenhum filho para substituí-lo no trono, dessa forma o tio aproveita a situação e faz com que o rei fique hospedado na casa da família Bolena, o pai interessado nos luxos e fortunas que conseguiria se uma das filhas fosse à preferida do rei e lhe gerasse um herdeiro legitimo, trama junto com o tio um plano que vai muito longe e foge do controle nas mãos de Ana e Maria Bolena.Fatos históricos estão presentes em todos os momentos no filme, apesar de ser um filme longo, ele prende a sua atenção de tal forma, que em diversos momentos você se contorce na poltrona de tanta ansiedade ao ver como as coisas na corte aconteciam e até que ponto uma pessoa perde todos os seus valores em busca de dinheiro e luxos.Trazendo Ana Bolena, Natalie Portman se supera mais uma vez, dando a luz a Elizabeth, a enérgica rainha ruiva da Inglaterra que mudou todos os conceitos que a realeza tinha até então. Natalie traz nesse papel a delicadeza que ela conseguiu fazendo personagens como Padmen Amídala em Star Wars e a força e ambição que ela conseguiu em filmes como V de Vingança, na verdade ela lembra muito um jogador de Xadrez, arquiteta todo o plano da sua vida e usa todos a sua volta como peões até conseguir o que mais almejava o trono da Inglaterra, porém em contraparte, ela não tem o amor de Henrique VIII nem do povo de seu reino, que a vê como uma bruxa que enfeitiçou o rei, isso a machuca, pois fica claro que ele á despreza. Porém, vale o valho ditado, “Tudo tem seu preço”. Aos meus olhos, é até agora o melhor filme do ano, com um figurino espetacular, realmente muito bom, um roteiro excelente e todos os atores estão impecáveis em seus papeis, se quiser se aprofundar mais na vida da família Bolena, a autora traz a continua no livro “A Herança de Ana Bolena”, que mostra o que acontece quando Henrique VIII está em seu leito de morte e como a família Bolena, ainda influência e manipula a corte nessa época.

Meninos nao choram


Este e’ dos filmes que eu estava LOUCO pra assistir mas nunca encontrava-o em dvd em minha cidade. Ate que um dia, fuçando nas prateleiras de VHS de uma locadora local me deparei com ele! Aluguei na hora e fui ratando de reinstalar o meu vídeo k7 para poder assisti-lo.
Este e’ um filme polemico e interessantíssimo. Com um elenco rico e um protagonista de se tirar o chapéu. O filme conta uma historia verídica que simula a vida de Tenna Brandon interpretada por Hilary Swank que resolve assumir sua homossexualidade. Em torno deste fato ela resolve adotar outra identidade, para assim fugir do circulo do preconceito que ate então era e é ate hoje rodeado pela sociedade.
Do meio dos Estados Unidos, surge um ser com uma vida dupla extraordinária, um triângulo amoroso complicado e um crime que abalaria o interior do país.Brandon Teena foi um forasteiro que encantou a pequena comunidade rural de Falls City, no estado de Nebraska. As mulheres o adoravam e quase todos que conheciam esse recém-chegado carismático eram atraídos por sua inocência encantadora. Porém, o personagem mais famoso e amigo fiel da cidade tinha um segredo: ele não era quem as pessoas pensavam ser.Em Lincoln, sua terra natal, a apenas 120 quilômetros dalí, Brandon Teena era uma pessoa diferente, envolvido numa crise pessoal que o assombrou durante toda a sua vida.Como muitos jovens, ele cometeu erros e, quando Brandon impõe-se entre seu novo amor, Lana, e o amigo dela, John (Peter Sarsgaard), o mistério desdobra-se em violência.Em sua vida singular e curta, Brandon Teena foi, ao mesmo tempo, um amante arrebatador e um forasteiro preso numa armadilha, um "ninguém" empobrecido e um sonhador elaborado, um ladrão audacioso e a vítima trágica de um crime injusto.Meninos Não Choram explora as contradições da identidade e juventude americana através da vida e da morte de Brandon Teena. Através de um caos de desejo e assassinato, surge a história de um jovem americano à procura do amor, de si mesmo e de um lugar para chamar de lar.
-O que você faria por amor?
Teena fez mais do que amar, ela se deixou dar por ele, e mostrou em sua biografia que haverá sempre quem tenha preconceito com a sexualidade adquirida por alguém, e haverá sempre quem dela se posicionara contra, ferindo-o assim das mais devesas maneiras.
”Eu diria a você que te amava Se achasse que você ficaria mas eu sei que é inútil e você foi emboraJulguei mal o seu limite fiz você ir longe demais ignorei sua vontade própria pensei que você precisasse mais de mimAgora eu faria qualquer coisapara ter você de volta ao meu ladomas eu só fico rindo escondendo as lágrimas em meus olhosPois garotos não choram garotosGarotos não choramGarotos não choram.”